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Data: 05/09/2010


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ADIMA em Notícia

 



Ano 12 – Janeiro a Março 2006 – n.º 112

Portal: www.foods-adima.com.br

E-mail: adimamarilia@flash.tv.br

ADIMA: 12 ANOS DE MUITAS CONQUISTAS !


Somente quando são reconhecidos os direitos dos mais frágeis

é que uma sociedade pode

considerar-se fundada sobre o direito e a justiça.”


(Campanha da Fraternidade 2006 – Chico Pirata)


PREZADOS AMIGOS – Com muita alegria e honra, estamos assumindo a presidência da nossa querida ADIMA, entidade que aprendi a apreciar e respeitar há muitos anos, quando tínhamos empresa provedora de Internet, iniciamos a formatação da “home-page” e o registro de domínio “foods-adima” da Associação. Nessa época, fiquei emocionado com a garra e a dedicação dos empresários do setor industrial alimentício de Marília e região, de transformar o nosso pólo econômico numa forte e expressiva referência de negócios tanto para o mercado interno como para o internacional. Atualmente, também com empresa do setor, vejo minha especial oportunidade de também me associar a todo esse dinâmico e heróico trabalho de meus companheiros e, apoiado e acompanhado por diretores de reconhecida qualificação e competência, tenho a certeza que a nossa gestão será muito positiva para os objetivos sociais e econômicos da nossa Marília – Capital Nacional do Alimento. Neste momento, firmo meu compromisso de servir com desprendimento e dedicação a nossa entidade, mas peço encarecidamente a todos os amigos que nos apóiem e nos prestigiem, pois como já é tradição: Nossa União é a Nossa Grande Força !

PLANO DE AÇÃO 2006 – A atual Diretoria da ADIMA está finalizando a elaboração de um Plano de Ação para o ano corrente, baseado, principalmente, no planejamento já existente na gestão do companheiro Derci Comandini, cujos objetivos e resultados são altamente positivos para a nossa Associação. No novo plano já estão sendo incluídos procedimentos e atividades visando melhoria na qualificação profissional, nas parcerias em eventos (feiras, exposições) de reconhecida importância para o nosso setor industrial alimentício, em condições realmente favoráveis para a participação de nossas empresas de menor porte. A intenção maior é, além de possibilitar novas tecnologias, também se conseguir novas oportunidades de negócios e mercados. Campanha para novas afiliadas será implantada visando fortalecer nossa ADIMA cada vez mais e, ainda, oferecer condições de crescimento a outras empresas do setor, tanto de Marília como da região, em face da importância e competência de Marília – Capital Nacional do Alimento.

PORTAL DA ADIMA – DIVULGAÇÃO – O presidente José Geraldo Garla pede a todos os companheiros que incluam em suas mensagem, impressos, etc., a fim de promover nosso pólo industrial: “Visitem o Portal da ADIMA – Associação das Indústrias de Alimentos de Marília – www.foods-adima.com.br . Marília – Capital Nacional do Alimento”.
DIRETORIA DA ADIMA - GESTÃO 2006/2008 – Com prazer divulgamos a atual Diretoria da nossa entidade:
DIRETORIA EXECUTIVA:
Presidente - JOSÉ GERALDO GARLA (MARILAN)
1.º Secretário - ÉMERSON M. PEREIRA (MATEER CHOCOLATES)
2.º Secretário - FERNANDO DONEGÁ (COC FESTA - BALAS DE COCO)
1.º Tesoureiro - GÉRSON LUIZ CAPARROZ (DONA KOTA)
2.º Tesoureiro - ANTÔNIO JOSÉ BASSAN (PRODUTOS HÉRCULES)
CONSELHO CONSULTIVO:
Membros Efetivos: ROBERVAL DIAS MARTINS; JOÃO VICENTE FOGAÇA VIGGIANI; JOSÉ GERALDO GARLA; ALDINO GRACE; DERCI COMANDINI; SILVANO LIMA DE LUNA.
DEPARTAMENTOS - DIRETORES
* SOCIAL - PROF. JOÃO VIGGIANI (CONSELHEIRO – ADIMA)
* EVENTOS - DERCI COMANDINI (DANILLA FOODS BRASIL)
* PATRIMÔNIO - DANILO CÉSAR M. ALONSO (DONA CLÁUDIA)
* INTERNET - HILTON CASSAHARA (YESMARÍLIA)
* JURÍDICO - Dr. FLAVIO PEDROSA (PEIXOTO E CURY ADVOGADOS)
* TECNOLOGIA - IVANILTON BELLINI (DOCES JAZAM)
* RELAÇÕES INSTITUCIONAIS - KLEBER JOSÉ CABRINI (PRODUTOS HÉRCULES)
* TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI) - MARCOS AURÉLIO ZAMBON (IP TECHNOLOGY)

MARÍLIA: NOVO PÓLO VIRTUAL – Conforme informamos em nossa edição anterior, a ADIMA está ultimando as providências para implantação de uma Rede de Colaboração, Conhecimentos e Negócios, mais conhecida como pólo virtual de relacionamento e negociações, com a empresa especializada nessa sofisticada área, a Radium Systems. Com, de São Paulo, através dos seus diretores Rodrigo Mesquita e Oswaldo de Oliveira Neto, com o objetivo de integrar informações, otimizar negócios, incentivar o relacionamento entre empresas com interesses comuns. Essa Rede/Pólo colocará nossa Marília num mundo virtual altamente dinâmico de oportunidade de negócios, tanto nacionais como internacionais. Marília irá participar através do Arranjo Produtivo Organizado – APO do ramo de alimentos, juntamente com outros seis Arranjos, em setores de produção diferentes, Jaú e Franca (calçados), Santa Gertrudes (cerâmica), Mirassol e Votuporanga (têxtil) e São José dos Campos (tecnologia aeroespacial). O projeto já foi implantado em Birigui, capital do calçado infantil, com sucesso. O patrocínio é pelo governo estadual e está sob determinação e orientação do próprio governador Geraldo Alckmin, com a participação das entidades parceiras dos Arranjos: entidade líder do Arranjo (no nosso caso a ADIMA), Fiesp, Sebrae entre outros.

PORTAL ADIMA E O PÓLO VIRTUAL – O portal da ADIMA: www.foods-adima.com.br - que é hoje uma forte divulgação de nosso pólo econômico e exportador – Marília – Capital Nacional do Alimento – está em fase de reformulação/formatação, inclusive para versão trilíngüe, para que assim, se torne num amplo programa promocional de nossas empresas e de nossos produtos. Sugerimos que todos façam uma revisão nos dados de suas empresas em nosso Portal e caso necessárias alterações, liguem (3413-4318 – E-mail: adimamarilia@flash.tv.br) para Juliana, em nossa Sede para as providências devidas. Em caso de novos sites, entrem em contato com o webdesigner, Hilton Cassahara, do portal www.yesmarília.com.br, que é nosso parceiro e tem condições especiais para os amigos. Algumas incorreções nos sites de nossas afiliadas, temos procurado sanar de pronto. Nosso presidente José Geraldo Garla vê com muito destaque esse assunto, uma vez que, quando implantado o pólo virtual, os sites de nossas afiliadas deverão estar formatados e implantados para poderem receber as oportunidades de negócios que, com certeza ocorrerão nessa rede de relacionamento e mercados.

LEI ESTADUAL CASSA INSCRIÇÃO ESTADUAL – Os estabelecimentos comerciais do Estado de São Paulo que comercializarem, adquirirem, estocarem e expuserem produtos falsificados ou contrabandeados terão suspensa sua inscrição de contribuinte do ICMS, é o que determina a Lei Paulista nº 12.279/06, que foi publicada no Diário Oficial do dia 22/02/06. Nos termos da legislação aplicável, a falta de regularidade na inscrição de contribuinte do ICMS impedirá os sócios do estabelecimento de exercerem o mesmo ramo de atividade, mesmo que em estabelecimentos distintos. Também ficam impedidos de ingressarem como novo pedido de inscrição de uma nova empresa no mesmo ramo do estabelecimento considerado irregular. Tal impedimento terá validade de cinco anos a contar da data da cassação do registro. Além de sofrerem com a impossibilidade de novo cadastramento, a lei prevê que os nomes das pessoas jurídicas penalizadas deverão ser publicados no Diário Oficial.

RECURSOS HUMANOS – Pedimos especial apoio e cooperação dos encarregados (as) dos Departamentos de Recursos Humanos (Recrutamento, Seleção e Estágios) de nossas afiliadas. A nossa ADIMA, cumprindo suas funções sociais, tenta ajudar profissionais (especialmente universitários) a se colocarem no mercado de trabalho. Em face disso, mantém o seu Banco de Profissionais e que serve, também, para que as nossas afiliadas se utilizem dele para as suas necessidades de pessoal. Por isso, pedimos que procurem se utilizar desses recursos, “visitando” nosso portal www.foods-adima.com.br. A propósito, dentro de alguns dias essa seção de nosso portal estará sendo reformatada para selecionar os profissionais por áreas de atuação, facilitando, assim as eventuais consultas.

RESTAUBAR SHOW 2006 – Feira Internacional de Produtos, Equipamentos e Serviços para Bares e Restaurantes, no Transamérica Expo Center, São Paulo de 3 a 5/abril/2006, das 13 às 21 horas. Informações pelo fone 0800-161333 ou pelo e-mail marketing@banas.com.br. Evento destinado a empresários e executivos de restaurantes, bares e similares. A ADIMA também destaca eventos como esse uma vez que Marília também está se consolidando como forte pólo gastronômico. A propósito disso, já estamos conhecendo projeto do Sindicato local da categoria, sob a presidência do amigo Cassinho, que visa oficializar esse pólo e já realizar eventos gastronômicos de expressivo porte em nossa Marília – Capital Nacional do Alimento. Há poucos dias estivemos na sede daquele Sindicato, em evento que reuniu empresários do setor e técnicos do SEBRAE de São Paulo e de Marília, fornecendo orientações gerais sobre o Programa Alimento Seguro, que está apoiado em Resolução da ANVISA.

ANÁLISE INTERESSANTE

É preciso escapar da sobreapreciação maligna

Luciano Coutinho

Mantida a firme expansão do comércio mundial com farta liquidez internacional, é plausível um período prolongado (de dois a três anos) de significativa apreciação cambial com sérias conseqüências negativas para a indústria brasileira. Vejamos. Vários fatores (a maioria deles associados aos juros altos) tendem a sustentar a sobreapreciação da taxa de câmbio: a) os preços de várias commodities relevantes na pauta de exportação tendem a permanecer favoráveis ou mesmo ainda mais altos mercê da forte expansão do comércio mundial (considerando o impacto das importações chinesas); b) os ingressos de capitais externos também tendem a crescer persistentemente em função dos elevadíssimos juros reais brasileiros, que excitam operações de "carry trade" (via swaps cambiais do tipo NDF ou via antecipação de ingressos de exportação) e, ainda, por causa da expansão dos investimentos diretos estrangeiros; c) os ingressos de capitais também tendem a ser engrossados pela crescente e vigorosa captação de recursos no exterior por parte das grandes empresas brasileiras com bom rating e, ainda, pela rolagem integral das dívidas de empresas com rating apenas satisfatório em condições vantajosas (vis-à-vis os custos do crédito e do capital no mercado doméstico); d) finalmente, a apreciação cambial tende a ser prolongada pelo fato de que, dado o significativo diferencial entre a taxa de juros doméstica e a taxa internacional, é muito elevado o custo fiscal das operações de intervenção cambial por parte do BC, o que inibe a sua efetivação em escala suficientemente grande (a la países asiáticos).

Esse conjunto de fatores tende, assim, a manter sobreapreciada a taxa de câmbio. A apreciação só não se aprofundaria ainda mais (abaixo de R$ 2,00 por dólar) por conta do estreitamento do diferencial entre a taxa real de juros brasileira (em queda lenta e gradual) e a taxa de juros mundial, que tende a subir progressivamente para uma faixa entre 5,0% e 6,0% nos próximos meses. Porém, se esse estreitamento for previsível e consistente com as expectativas de mercado, não ocorreria contração significativa de liquidez para as economias emergentes (cuja robustez externa melhorou muito nos três últimos anos). A forte expansão de outros gastos em moeda estrangeira (investimentos brasileiros, remessas, dispêndios com turismo no exterior e com importações de bens supérfluos) também contribui para evitar o aprofundamento da apreciação. Não obstante, mantidas essas condições, a taxa de câmbio tende a permanecer sobreapreciada, abaixo de R$ 2,30 por dólar, por um período suficientemente longo para provocar danos graves e irrecuperáveis à economia brasileira.

Obviamente esse ciclo de apreciação pode ser interrompido por turbulências globais. Há, como se sabe, um conjunto de riscos pendentes, e.g.: vulnerabilidade do dólar, tensões inflacionárias nos EUA catapultando os juros de longo-prazo, implosão da bolha imobiliária etc. Mas, se houver coordenação no G-7 e administração competente das expectativas pelo Fed, o ciclo pode prosseguir até 2009 ou 2010. Nesse caso o que será do desenvolvimento industrial brasileiro?

Nas condições atuais, o real tende a permanecer valorizado por um período suficientemente longo para provocar danos irrecuperáveis à economia.

As perspectivas seriam sombrias. Ao invés de avanço competitivo, ocorreria um retrocesso generalizado (com poucas honrosas exceções) das estratégias de exportação com base manufatureira no país. Desde logo as transnacionais esvaziariam o papel exportador das suas plataformas no Brasil. Os mercados na América do Sul passariam a ser supridos a partir da Ásia ou do México. Minguaria o conteúdo local de partes e peças. O complexo automotriz brasileiro, que hoje ainda exporta vigorosamente, tenderia a encolher. Processo semelhante atingiria vários setores dominados por transnacionais (material elétrico, telecomunicações, máquinas agrícolas e outras famílias de máquinas). As possibilidades de algum avanço competitivo em bens eletrônicos de consumo, informática, automação seriam definitivamente soterradas.

O retrocesso alcançaria outras cadeias com potencial competitivo onde as empresas nacionais são expressivas, tais como: celulose-papel e produtos de papel, têxtil, vestuário, couro-calçados, artefatos e mobiliário de madeira, materiais cerâmicos. Muitos agronegócios (salvo os favorecidos por preços superfavoráveis) também sofreriam perdas. O desenvolvimento de oportunidades competitivas em serviços (turismo, consultoria, engenharia, criação de softwares etc.) ficaria amesquinhada. Nesse contexto negativo, aumentaria muito o risco de desnacionalização de empresas, tal como ocorreu durante a sobrevalorização cambial nos anos 90. Em suma, a apreciação cambial prolongada implica graves conseqüências nocivas para a economia e para a sociedade. Sacrifica empregos, inviabiliza inúmeras oportunidades de expansão competitiva em atividades de manufatura e serviços (especialmente nas mais intensivas em inovação), bloqueia investimentos e induz consumo supérfluo. Empobrece qualitativamente o perfil socioeconômico e reduz o potencial de crescimento do PIB.

Diante desta perspectiva inaceitável é preciso agir. O BC precisa intervir de modo pragmático. O foco deve ser o desmonte organizado e rápido da elevadíssima taxa real de juros. A proposta de solução através da remoção imediata e indiscriminada da proteção tarifária (para provocar um forte surto de importações) é inconsistente em si. Ao invés de funcionar como instrumento de promoção calibrada da competitividade microeconômica (em conjunto com o tratamento tributário) no contexto de uma política industrial contemporânea, uma abertura comercial radical apenas antecipará vários desastres e perdas de empregos, sacrificando a evolução consistente em direção à competitividade. As importações (especialmente de bens de capital) crescerão elástica e saudavelmente se a política econômica brasileira souber articular um ciclo de investimento. Já um tratamento de choque microeconômico para resolver uma distorção macroeconômica é mais um tiro no pé.

Luciano Coutinho, professor titular do Instituto de Economia da Unicamp, escreve mensalmente às sextas-feiras – 10 DE MARÇO DE 2006.

Valor Econômico

PORTOS SECOS – A Receita Federal encaminhou ao Governo Federal proposta de projeto de lei que acaba com as licitações para as empresas que operam com os chamados “portos secos” – armazéns que abrigam cerca de 30% dos produtos importados e 20% dos exportados pelo País. A medida (Projeto de Lei 6370/05) vai beneficiar 13 empresas donas de 17 armazéns que funcionam por meio de liminares da justiça. Especialistas divergem sobre o projeto da Receita. Alguns entendem que as alterações vão favorecer as empresas que já estão consolidadas (principalmente o grupo que atua sem licitação), em vez de atrair mais concorrentes. Outros já consideram que a licença deverá atrair novos investimentos e também aumentar a concorrência entre empresas que exploram os serviços de portos secos no País, beneficiando os importadores e exportadores. A legislação atual que regula o assunto apóia-se na Lei n.º 9.074, de julho/1995 e na Lei n.º 10.684 de maio/2003. O Projeto de Lei 6370/05 visa simplificar os procedimentos de criação e instalação de portos secos no Brasil e desburocratizar suas operações, abrindo espaço para a concorrência entre empresários prestadores do serviço aduaneiro, investidores e empreendedores. Marília já teve aprovada pela Receita Federal a instalação de uma EADI – Estação Aduaneira do Interior, órgão idêntico ao que existe em Bauru, só que na concorrência pública (licitação) não houve interessado. Posteriormente a pretensão de se ter um porto seco em Marília, passou para o projeto do REDEX – Entreposto dedicado exclusivamente a operações de exportação, mas que também não teve êxito final.

JORNAL DA MANHÃ – Esse importante informativo de Marília acaba de completar 25 anos de existência. A ADIMA sempre teve total apoio do JM na divulgação de suas atividades e eventos, por isso foi enviada mensagem de congratulações à Diretoria e Editoria do jornal, cumprimentando a todos pelos relevantes serviços prestados, às entidades e órgãos públicos e privados, à classe empresarial e à população de Marília e região.

FISPAL LATINO (MIAMI) 2006 – A Fispal Latino 2006 – O Sabor do Êxito será realizada nos dias 10 a 12 de maio de 2006, no Miami Beach Convention Center, com mais de 10 mil metros quadrados divididos em dois enormes e estratégicos pavilhões, que abrigarão entre 300 a 400 empresas/expositoras (75% delas brasileiras, principalmente de menor porte). Miami –é um extraordinário centro econômico e comercial de renome e com grande comunidade latina de mais de 38 milhões de pessoas. É mais um empreendimento do Grupo Brasil Rio, gestor da Fispal e presidido pelo empresário Dr. Ricardo Santo Neto, no exterior. “Nessa segunda edição da Fispal Latino, o Brasil, mais precisamente as nossas indústrias de alimentos, terão valiosa oportunidade de expor seus produtos, seus sabores, marcas e serviços num mercado altamente promissor, além de estabelecer um padrão freqüente de negócios internacionais”, declarou o presidente da Fispal. Marcelo Santo Neto, diretor de marketing da Fispal em Miami, esclarece ainda que o potencial de negócios a serem gerados a partir da feira é da ordem de US$ 2 bilhões. A Fispal Latino 2005 teve 320 expositores, com 12 países participantes e 32 países visitantes, além de eventos gastronômicos com chefs de renome internacional, e um Fórum Internacional em que participaram experts palestrantes na área da alimentação (food service, bebidas, condimentos e enlatados, doces e chocolates, congelados e refrigerados, embalagens, panificação, etc.).

PRODUTORES DE MEL – Através de um iniciativa da Secretaria Municipal da Agricultura de Marília, na pessoa de seu titular Engenheiro Agrônomo Antônio Roberto Marconato, foi criada uma associação que congregará produtores de mel do nosso município e região. O Secretário Marconato evidenciou que a apicultura tem estágio profissional e elevado em nossa região e que precisava de uma ação positiva de agregação e organização dos seus produtores. O ex-presidente Derci Comandini foi convidado para todas as reuniões do grupo, para oferecer subsídios a respeito do mel e derivados em termos de mercados interno e externo. Derci entendeu muito valia da iniciativa do Secretário Marconato e colocou toda a estrutura da sua empresa – Danilla Foods Brasil – como da ADIMA à inteira disposição da nova Associação e dos seus produtores.

COZINHA PROFISSIONAL – A nossa ADIMA tem recebido, regularmente, as edições da excelente revista Cozinha Profissional, que trata de assuntos vinculados a restaurantes, bares, foodservices e similares. Ela é de distribuição gratuita às empresas do setor e seus fornecedores e editada pela Banas Editora (Rua Nélson Gama de Oliveira, 825 – Bloco B – CEP 05734-150 – São Paulo/SP – fone (11) 3746-1900 – Site: www.bans.com.br - e-mail: grbanas@banas.com.br).

ABICAB EM DADOS – Segundo dados de 2004 da ABICAB, o faturamento do setor foi de R$ 8 bilhões, divididos em R$ 4,7 bilhões em Chocolate, R$ 2,5 bilhões em balas, confeitos e gomas de mascar e R$ 836 milhões em amendoins. As exportações geraram US$ 288 milhões, com uma venda total de 206 mil toneladas, para 144 países de todo o mundo. Os 10 maiores compradores são: Estados Unidos, África do Sul, Argentina, Paraguai, Bolívia, Chile, Canadá, México, Uruguai e Angola. Na categoria “Chocolates” o ano de 2005 fechou com os seguintes dados: importação - 5 mil toneladas; exportação – 57 mil toneladas; consumo aparente – 383 mil toneladas; produção – 435 mil toneladas.

2006 EM DADOS – Fone: Folha de São Paulo: IPCA – 4,5%; taxa de câmbio (dez) – R$ 2,40; juros (dez) – 15%; crescimento do PIB – 3,5%; balança comercial/superavit – US$ 36,9 bi; superávit externo – US$ 7,5 bi; superávit fiscal primário – 4,28% do PIB; gasto público com juros – 6,68% do PIB; dívida pública – 50,8% do PIB. Como a nossa economia é uma “bola de cristal” vesga, os índices podem ter alterações significativas no decorrer do ano, afetados por fatores os mais diversos, ainda mais que estamos em ano de eleições.

FIESP DESTACA ARRANJOS – Em artigo publicado na Gazeta Mercantil (13/02/2006), o presidente da FIESP, Paulo Skaf, aborda o tema “Em defesa dos interesses do Brasil”, afirmando que é essencial fazer o simples, o viável, o que está ao alcance das mãos. Critica a incapacidade política do País de realizar, nos quase 18 anos desde a promulgação da Constituição de 1988, as reformas estruturais necessárias à correção de tantas distorções sócio-econômicas. Comenta sobre benefícios fiscais à cadeia produtiva de trigo e derivados, a pedido da FIESP ao governo de São Paulo, e de futuros outros 24 setores. Afirma Skaf “Não depende de leis e processos burocráticos o desenvolvimento de “clusters”, análogos a experiências muito bem-sucedidas em outros países. Nesse campo, a FIESP realiza o programa Arranjos Produtivos Locais (APL’s), em parceria com o SEBRAE. Somente em 2005 o DECONTEC produziu 75 estudos sobre o tema. Dentro outras medidas foi elaborada, em parceria com o governo do Estado de São Paulo, proposta ao banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) que prevê investimentos de US$ 20 milhões. Os Arranjos Produtivos Locais correspondem a uma concentração de empresas de uma determinada cadeia produtiva congregada em um mesmo território e região. Essa aglomeração, quando organizada, incrementa o desenvolvimento econômico, potencializando as vocações regionais e organizando as demandas locais. Os resultados até o momento são positivos nas regiões atendidas, com o aumento de produtividade das empresas e a criação de empregos. A inovação é a base para agregar valor e o aumento da competitividade.” É bom lembrar que Marília – Capital Nacional do Alimento é também um Arranjo Produtivo anteriormente “Local” e agora Organizado (APO), em face do estágio em que se encontra nosso pólo industrial alimentício, além da sua vocação e tradição de várias décadas.

EVENTOS OFICIAS ESTADUAIS – O governo do Estado de São Paulo, através da sua Secretaria da Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico, desenvolve positivo programa de estímulo ao comércio exterior paulista. As atividades desenvolvidas nos últimos anos contempla centenas de empresas e resultaram, efetivamente em aumento de volume e de valores das nossas exportações. Para o ano de 2006 são diversos os eventos oficializados pelo governo de São Paulo.

Para maiores informações usar e-mail para trade@exporta.sp.gov.br ou acessar www.ciencia.sp.gov.br/exterior ou www.exporta.sp.gov.br.

PEIXOTO E CURY ADVOGADOS – Esse conceitua escritório de advocacia de São Paulo/Capital, com escritório regional e Marília, sob a responsabilidade do Dr. Flávio Pedrosa, e empresa afiliada à nossa ADIMA, está programando cerca de três a quatro eventos de orientação e qualificação profissional e empresarial em nossa cidade. Nossa entidade sugeriu alguns temas e assim que aquele escritório tiver a sua definição estaremos divulgando junto nossas afiliadas. Antecipamos sinceros agradecimento a Peixoto e Cury Advogados por sempre acreditar no potencial de nossa Marília – Capital Nacional do Alimento.


ATÉ O PRÓXIMO INFORMATIVO.


José Geraldo Garla


Presidente


Adima - Associação das Indústrias de Alimentos de Marília

Rua Bandeirantes, 153 - Centro - CEP 17501-090 - Marília-SP - Brasil

Fone/fax: (14) 3413-4318 - E-mail: adima@foods-adima.com.br